Vai mesmo correr tudo bem!
É incrível a facilidade com que me deixas de lágrimas nos olhos. É incrível como me sinto impotente nestas alturas. Mas é também incrível a forma como conseguimos manter esta relação, em que nem a distância física faz grande diferença. Às vezes era mais simples se estivéssemos mais perto, mas já todos sabemos que nada na vida é simples, e se assim o fosse também perdia o interesse.
Acho que há alturas em que temos mesmo de mostrar cara feia. És o pau para toda a obra e os outros habituam-se a que tu estejas sempre lá, mas tens de te impor. Eu também era como tu, e acho que ainda o sou, quase sempre, mas uma das coisas que aprendi com a Joana é que temos de mostrar que estamos insatisfeitos com pequenas coisas, como a mudança, porque senão depois as pequenas coisas acumulam-se e já sabemos onde vamos parar. A bola de neve começa a assumir proporções gigantes e perdemos o controlo da situação e à mais pequena coisa explodimos. Ou seja, mais vale ires fazendo cara feia volta e meia (se bem que isso me parece um pouco difícil, porque afinal tu és o Ricardo Giro), do que depois rebentares ou não rebentares de todo, que deve ser o mais certo… lembra-te (mas será que nós não conseguimos falar sem a conversa ir sempre dar ao mesmo) de como foi comigo na Oni, que andei aqueles quase 4 anos sem abrir a boca e depois no fim explodi em quase todas as direcções e deixei de ser razoável e obviamente perdi toda a razão que poderia ter.
Basicamente, não acumules. Não é bom para ti, não é bom para os que te rodeiam e, sobretudo, faz com que os “abusos” continuem. Tens de te impor para ser respeitado. Continuas a ser o mesmo Ricardo, o pau para toda a obra, o que está sempre bem disposto, mas as pessoas percebem que trabalho é trabalho e que tu também tens os teus limites.
Bem-vindas ao clube Eugénia e Sofia.
ps – estou a ouvir Clã ;-)
Acho que há alturas em que temos mesmo de mostrar cara feia. És o pau para toda a obra e os outros habituam-se a que tu estejas sempre lá, mas tens de te impor. Eu também era como tu, e acho que ainda o sou, quase sempre, mas uma das coisas que aprendi com a Joana é que temos de mostrar que estamos insatisfeitos com pequenas coisas, como a mudança, porque senão depois as pequenas coisas acumulam-se e já sabemos onde vamos parar. A bola de neve começa a assumir proporções gigantes e perdemos o controlo da situação e à mais pequena coisa explodimos. Ou seja, mais vale ires fazendo cara feia volta e meia (se bem que isso me parece um pouco difícil, porque afinal tu és o Ricardo Giro), do que depois rebentares ou não rebentares de todo, que deve ser o mais certo… lembra-te (mas será que nós não conseguimos falar sem a conversa ir sempre dar ao mesmo) de como foi comigo na Oni, que andei aqueles quase 4 anos sem abrir a boca e depois no fim explodi em quase todas as direcções e deixei de ser razoável e obviamente perdi toda a razão que poderia ter.
Basicamente, não acumules. Não é bom para ti, não é bom para os que te rodeiam e, sobretudo, faz com que os “abusos” continuem. Tens de te impor para ser respeitado. Continuas a ser o mesmo Ricardo, o pau para toda a obra, o que está sempre bem disposto, mas as pessoas percebem que trabalho é trabalho e que tu também tens os teus limites.
Bem-vindas ao clube Eugénia e Sofia.
ps – estou a ouvir Clã ;-)
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